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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Parque Natural de Montesinho: PR3, trilho Porto Furado - Lama Grande



Para fazer mais um trilho por terras transmontanas fomos até Montesinho, aldeia típica transmontana, situada nos contrafortes da Serra de Montesinho, em pleno Parque Natural e a cerca de 1030 m de altitude.
Esta aldeia tem sido progressivamente recuperada (e muito bem), para aproveitamento turístico.

Aldeia de Montesinho
O percurso pedestre escolhido foi o do Porto Furado, PR3. É um percurso circular com 8 kms, aproximadamente.
A nossa vontade, neste dia, levou-nos a aumentar o percurso e fomos até à Lama Grande. Lama Grande é o nome atribuído ao ponto mais alto da Serra de Montesinho (1438 metros).
A subida até à Lama Grande é um circuito a não perder!






Num horizonte dominado por uma continentalidade geradora de extremos climáticos, a paisagem disso é testemunha; parece que só pedras e plantas rasteiras aí medram.


Porém, uma observação mais atenta mostra-nos alguns lameiros e antigas zonas centeeiras.


Falgueirão
O Falgueirão destaca-se na paisagem pela sua configuração cónica. É uma elevação granítica que ilustra bem a geologia do alto da serra de Montesinho, dominada por granitóides hercínicos de duas micas, constituindo a terminação de um extenso batólito que se estende para noroeste, dando origem em território espanhol à serra da Gamoneda.

A paisagem da barragem da Serra Serrada, de horizontes abertos, é propícia  à observação de avifauna.


No regresso a Montesinho este local proporcionou-nos imagens magníficas!!

Fim de tarde na barragem da Serra Serrada

Na Lama Grande...perto, pertinho...é já ali!


Atravessada a lameira de Zonzelhas, o percurso inicia a descida para a aldeia. O conjunto de arte rupestre do Castro Curisco é composto por sete rochas: seis delas ao nível do solo, com covinhas, na maioria dos casos alinhadas e orientadas na direção do fundo do vale, e uma, de contorno vagamente zoomórfico, na vertical, com cruzes. Esta é localmente designada por Fraga Medideira, uma vez que se conta terem sido os seus sinais gravados pelos moços que se dirigiam ao alto da serra acompanhando o gado, com o objetivo de avaliar o seu crescimento em altura.

O regresso com paragem no Castro Curisco, Fraga Medideira
No final regressamos à Cidadela Transmontana, em Vinhais para retemperar as forças com uma quentinha sopa e uma comidinha típica transmontana. Não esquecer a aletria e o leite creme...divinais!!! Que saudade...já...
A D. Maria Adelaide é uma simpatia e conhecedora da riqueza da sua região: é uma excelente guia turística...não é necessário ir ao Turismo :)

Altimetria cedida pela Jane

Mapa cedido pela Jane

Participantes: Jane, Viajante, Vil, Carlota, Carmo.
Data: 29 de dezembro de 2011
Distância: 20 kms
Dificuldade: média




quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Vale de Cambra: novamente à procura do pastor

Participantes: Estilista, Índia, Marquês, Vil, Carlota, Magu, Jane, Sakanito e amigos, com o Winnie, the dog.

Data: 6 de Novembro de 2010
Distância: 9 kms
Dificuldade: média





PR 3 Vereda do Pastor é um percurso circular de pequena rota que se inicia na aldeia de Côvo, a 930 metros de altitude.  O grupo optou por iniciar na simpática aldeia da Lomba...o Sakanito é que sabe!!
Com o monte totalmente queimado sentimos o desgosto das gentes que por lá habitam...e o susto que tiveram com o fogo tão perto das casas.
Subimos até à escola primária e enveredamos por um caminho, entre muros do lado esquerdo, que nos leva suavemente até à Serra.
Em seguida, lá fomos por um carreiro (anteriormente ladeado de arbustos, agora com todas as pedras e escarpas visíveis) pela Serra até Côvo.

Na descida para a Lomba fomos dar uma espreitadela à cascata!

Depois de  Agualva podemos apreciar uma das mais bonitas vistas para a aldeia da Lomba!

Neste regresso continuamos à procura do pastor...  

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Arouca: Caminhos do Sol Nascente



PR3 - Caminhos do Sol Nascente: percurso de pequena rota circular, com início e fim na Igreja Matriz de Moldes.
Tipo de Percurso: caminhos rurais, tradicionais e de montanha, sendo 70% do percurso feito à sombra.
Desníveis: um desnível ascendente e um descendente, ambos moderados

Altitudes: Moldes (450m); Bustelo (625m); Espinheiro (730m); Estradão (877m); Fuste (570m); Póvoa (400m)
Época Aconselhada: Todo o ano, mas quem gostar de castanhas deve optar por esta época. Este trilho devia chamar-se Trilho dos Castanheiros... 



Participantes: Magu, Saka, Vil, Jane, Carlota.
Data:30 de Outubro de 2010
Distância: 13 kms
Dificuldade: fácil



Trilho das castanhas


Vamos às compras à Mãe Natureza...que o IVA ainda é a 0%!

domingo, 29 de agosto de 2010

Açores: Sete Cidades





Percurso Pedestre:São Miguel PR4 Mata do Canário - Sete Cidades + PR3 Sete Cidades - Vista do Rei.
Participantes: Carlota, Jane.
Data: 7 de Agosto de 2010
Distância: 18 kms
Dificuldade: fácil
Destaques: Mata do Canário, Lagoa das Sete Cidades, Lagoa de Santiago, aqueduto...

Walking Trail: S. Miguel island


Começamos o percurso junto à Mata do Canário. Inicia-se por um piso alcatroado (cerca de 100 metros) que desce junto dum aqueduto até ao Muro das Nove Janelas. Nesse local, viramos à esquerda para um caminho de terra batida. Esta parte do trilho é a subir até chegar à vertente norte da cumeeira da Lagoa Azul das Sete Cidades. Antes podemos ver a Lagoa de Santiago que se confunde com o verde da paisagem.
Em diversos pontos do percurso pode apreciar-se uma vista panorâmica das Lagoas das Sete Cidades. Prosseguimos, contornando a Lagoa até chegar a uma bifurcação. Seguimos à esquerda  até à freguesia das Sete Cidades, onde o PR4 termina.
Depois de uma ligeira refeição à beira da Lagoa das Sete Cidades regressamos ao trilho para fazermos o PR3, desde as Sete Cidades até à Vista do Rei (no sentido inverso ao oficial).  
Chegamos à estrada alcatroada que liga a freguesia dos Mosteiros à das Sete Cidades e prosseguimos pelo caminho de terra batida. Nesta parte do percurso, podemos observar: do lado esquerdo a Caldeira Seca e as Lagoas das Sete Cidades e do lado  direito a costa oeste da Ilha de São Miguel.
Todo este percurso percorre uma zona classificada como Paisagem Protegida.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Açores: Serreta - Lagoinha


Participantes: Carlota, Jane, Amélia, Carmo.

Data: 1 de Agosto de 2010, 11h
Distância: 7 kms

Dificuldade: média
Percurso circular
Destaques: Lagoínha, flora endémica e nativa dos Açores, piso de pedra-pomes, hortênsias, ribeira de Além, obsidianas...

Quem segue pela estrada regional, no sentido Norte/Sul, aproximadamente 600 metros após a Igreja da Serreta, chega ao início da Canada da Fonte, à direita. Atenção que antes desta irá passar pela Canada das Fontes!
Temos que subir outros 600 metros até chegar ao início do percurso onde está o painel informativo. Nesta subida encontramos sinalização nos postes de electricidade a confirmar o caminho.

A primeira parte do percurso é sempre a subir (ufa!!) até à Lagoínha. Mas vale a pena o esforço: olhando o mar avistamos a ilha de S. Jorge com a montanha do Pico por detrás e chegadas ao interior da perfeita cratera, desde logo, vemos a chamada Lagoínha da Serreta. 
Esta lagoa apresenta-se como um local único nos Açores, já que associada a este espelho de água límpida, encontra-se uma floresta de laurissilva que forma um cenário fantástico (merecedor de uma pausa para o contemplar _ e também para descansar, aproveitamos para retemperar as forças e energias).
Já na descida, o caminho torna-se vermelho (devido à bagacina).
Depois avançamos por uma pastagem... Olhando à esquerda vemos a ravinosa Ribeira do Além...que nos acompanha durante alguns minutos. Aqui e ali pequenas janelas na vegetação permitem observar o profundo vale, desgastado pelo tempo e pela água. Esta é uma paisagem impressionante.
O atalho junto à ribanceira acaba, enquanto se afasta em direcção ao Pico Negrão, onde o caminho se torna numa instável e alucinante descida (a Jane resolveu experimentar o chão). Por vezes, aparecem uns degraus que dão uma ajuda nesta descida... até se chegar novamente a um pasto e logo depois ao caminho onde estava o carro.

Não quero deixar de referir que as obsidianas (ou vidros vulcânicos), pedras de cor negra e arestas aguçadas, são visíveis em diversos pontos deste percurso, dispersas pelo chão ou misturadas na pedra-pomes dos taludes.




domingo, 4 de abril de 2010

PR3 Vale de Cambra: Vereda do Pastor



 
Participantes: Vil, Sol, Magu, Marquês, Índia, Sakanito, Estilista, Carlota, Jane.
Data: 27 de Março de 2010
Kms: 9
Dificuldade: Média/Elevada