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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Esposende: PR4 - Trilho das Azenhas de Antas

Participantes: Jane, Carlota.
Data: 21 de dezembro de 2013
Distância: 16 kms
Dificuldade: fácil


Percurso realizado:  Antas (capela de Santa Tecla) - Azenha do Sebastião (ou da Guilheta) - Azenha da Carvalha - Azenha e levada do minante - Menhir - Antas (Igreja) - Antas (alminhas) - Capela de Santa Tecla

O nome deste trilho surge pelos diversos engenhos que se podem encontrar ao longo do rio Neiva.
Um trilho que tem uma distância oficial de 12,5 kms levou-nos aos 16 kms: devido a uma derrocada de pedras, a ponte do Grilo sobre o rio Neiva estava intransitável... tivemos que fazer um "pequeno desvio"...retomamos o trilho já na localidade de S. Paio de Cima.
























quarta-feira, 20 de abril de 2011

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Rota das Quedas de Fervença

Participantes: Carlota, Jane, Magu, Paulo, Sakanito e Sol ( com ADAPTA, Restauradores da Granja)
Data: 18 de Abril de 2010
Kms: 6
Dificuldade: fácil a moderado
Destaques: Azenha e Carvalhal de Valinhas, Quedas de Fervença, Rio Leça, Castro do Monte Padrão.

Este percurso integra grande parte do PR1 STirso –Histórico Pré-Industrial.


O Castro do Padrão constitui uma das principais referências culturais do concelho de Santo Tirso. A sua presença, de grande destaque na paisagem, aliada à carga histórica que possui, decorrente da intrínseca ligação a uma das mais ilustres personagens da sociedade medieval, S. Rosendo, afirma-se na região como um bem de elevado interesse histórico e arqueológico.
Este imóvel encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910, inicialmente com a designação de Castro de Monte Córdova, tendo sido rectificada a sua denominação para Castro do Monte Padrão em 1951.
A estação arqueológica é constituída por um recinto central e vários terraços adjacentes, situada na parte mais alta do monte. As ruínas e o espólio recolhido durante as escavações diferenciam a ocupação de várias épocas cronológicas distintas,desde o Bronze Final, sofrendo posteriormente a romanização, tal como mostram as ruínas compostas por uma construção romana na parte central, domus de planta quadrangular, com átrio central e alguns compartimentos à sua volta. A sul da construção romana existe um conjunto de ruínas de ocupação mais tardia atribuíveis ao Alto-medieval.