Participantes: Magu, Saka, Vil, Jane, Índia, Carlota. Data: 22 de junho de 2013 Distância: 25 kms Dificuldade: elevada Percurso realizado: Senhora da Peneda - Pântano - São Bento do Cando - Branda de Bosgalinhas - Chã da Pela - Branda de Real - Branda do Furado - Porta Cova
Participantes: Carlota, Índia, Magu, Saka, Jane. Data: 11 de maio de 1013 Distância: 22,5 kms Dificuldade: média
Percurso realizado: Sra. da Peneda - Baleiral - Tibo - Mistura das Águas - Várzea - miradouro da barragem do Lindoso - Paradela
Finalmente foi desta: uma grande rota completa no nosso programa!
Qual a etapa inicial? Quantas etapas?
O importante é fazer... com muita calma e apreciar a natureza, como eu gosto!
Iríamos começar na Senhora da Peneda e ir até Porta Cova... Mas a semana não foi fácil e as gripes deixaram mazelas... bora lá até Paradela!
Carro aqui, carro ali... e lá começamos o percurso no Santuário da Senhora da Peneda. O trilho até Tibo não era conhecido mas fez-se muito bem! De Tibo até Várzea já nos era familiar... Foi em fevereiro de 2012 que andamos por lá!
Depois de Várzea seguimos sempre ao lado do rio Laboreiro até avistarmos a barragem do Lindoso. Aqui, a falta (?) de marcação e pouca persistência na sua busca levou-nos a continuar pela estrada... lucrámos nas fabulosas vistas mas também em mais 2 kms nas pernas!
Participantes: Carlota, Jane Data: 3 de novembro de 2012 Distância: 13 kms Dificuldade: média Carta Militar: 1/25 000 Folha 9 Percurso realizado: Tieiras - Chão da Matança - Figueira Ruiva - Salgueiral - Calçada da Quelha Escura (íngreme e escorregadia quando molhada) - Senhora da Peneda - Toleiros - Cruz Nova - Tieiras (este último troço do trilho entre a Sra da Penda e Tieiras é feito por uma calçada que acompanha o rio Tieiras, a não perder!)
Este trilho não apresenta grande dificuldade... só foi considerado de dificuldade média devido à descida acentuada da calçada da Quelha Escura.
Num dia que ameaçava muita chuva, foi o nevoeiro que nos acompanhou na subida para a Chã da Matança.
Apesar de praticamente não ter chovido (só umas pinguinhas envergonhadas...) a água marcou forte presença em todo o caminho: desde o início fomos acompanhadas do ruído da água no rio, nos ribeiros, nas cascatas e ... nos nossos pés a chapinhar no trilho!